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Não seja igual, seja original.

Se for formal, não seja normal
Se for modesto, esteja sempre certo
Se for amigo, corra perigo
Se for sincero, minta mas não seja severo
Se for o caso a verdade
Viva suas peculiaridades.

domingo, 18 de julho de 2010

Perfil de Orkut

 Tenho um perfil no orkut e escrevi algumas palavras sobre o que eu acho sobre o que acontece, mas resolvi mudar esse perfil e pra não perder o que eu escrevi vou postar aqui, hehehe.



"Ninguem lê essa merda mesmo intaum blz

se vc tah lendo sinal que alguma coisa na escola vc aprendeu neh??

vivemos num paíz que as pessoas daum valor pra um monte de homem correndo atras de uma bola e ainda matam um ao outro por causa disso (o paíz do futebol HAHAHAHAHAHA devia ser o paíz das mortes em estadios por causa de um monte de babaca que colocam essa porra acima de tudo e ainda vestem a camisa literalmente falando HAHAHAHA so rindo pra naum xorar)

E um monte de putaria que chamam pelo nome carinhoso de CARNAVAL... enquanto existe tanta coisa boa que agente podia mostrar pra akele monte de estrangeiros retardados que axam que no Brasil so tem indio e mulher mostrando a bunda no mes de fevereiro e ainda axam que essa bosta eh cultura...

Foda-se pro q vc axa de tudo isso mas eu axo tudo uma grande MERDAAAAAAAAA!!!!!!!!!!

Não gostou??? entaum pq leu??

Sabe o q eu tbem axo??
axo q akelas minas fikam fazendo "biquinho" e tiram suas proprias fotos se axando as mais lindas do mundo e ainda colocam isso no orkut...
Ta certo q esse orkut virou uma grande piada q qualquer um tem... mas eh ridiculo...

O QUE???? vc faz isso????
intaum pq continua lendo??

Intaum vo continuar...
Naum gosto de emo, pagode, axe, rap, funk e afins.
Naum gostou??? le o q eu escrevi la em cima...

Akele cara q passa com o som do carro a noite tokando uma dessas porra alto pra karaio, tenho vontade de trancar esse filho da p... num estudio de musika e colok o som no volume maximo e toka opera, quem sabe pelo menos com mais cultura o kara naum sai de la...
Sem contar aquelas pessoa babacas que no onibus ficam com aquela merda do radinho tocando as piores musicas que se pode imaginar, que ninguém ta afim de ouvir, só esse filho da puta mesmo. Da vontade de pegar meu fone de ouvido e dar pra essa pessoa. Quer ouvir essa porcaria? Ouve, mas não incomoda ninguém...
Ahh naumm... fala serio. vc faz isso?? bom mas se vc leu ate aki entaum ainda ha esperança pra vc.

So pra fexa.
Um paiz que todo mundo fik assistindo na TV um monte de gente desconhecida dentro de uma casa, um querendo ferra com o outro por causa de dinheiro e ainda as pessoas votam pra eliminar um deles...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA


Quanta futilidade, vulgaridade, frivolidade, trivialidade, banalidade (vc sabe o que querem dizer essas palavras? Se vc lesse um livro ao inves de ver o BIG BROTHER vc saberia o que eh)

Brazil es una grand piada

É...
esse sou eu.
Eu não to revoltadooooo porraaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
As pessoas são o que elas querem ou o que pensam ser."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Pirataria quase boa

Nos últimos anos tem crescido espantosamente a quantidade de produtos pirateados no mercado. Esses produtos não licenciados pela empresa que criou, estão presentes em praticamente tudo.
A começar pela música, filmes, softwares, etc.
Os músicos e suas produtoras deixaram de ganhar muito com venda de CDs e DVDs já há um bom tempo.
Os crescentes avanços tecnológicos de uma forma incorreta contribuíram para esse problema se agravar, pois quanto mais fica disponibilizado o acesso a internet e outros recursos digitais, mais as pessoas procuram meios mais fáceis e baratos de se obter algum produto. O maior exemplo disso é a facilidade com que se pode baixar arquivos e musicas da internet que são protegidos por direitos autorais.
Além da quantidade de pessoas que passaram a exercer como “atividade profissional”, a venda de produtos piratas.
Por outro lado, é discrepante a diferença de valor de CD ou DVD original para o pirateado por exemplo. Apesar de ser uma coisa completamente antiética e até criminal, as pessoas preferem comprar aquele que é mais barato.
Enveredando para outro lado, vejamos o exemplo de softwares.
Empresas grandes como Adobe e Autodesk, são empresas que tem um custo elevado na venda dos seus softwares. O software 3DS Max da Autodesk, na sua versão mais atual previsto para ser lançado meados desse ano, a versão 2011 tem o custo de licença de US$ 3.495,00 e o valor da licença para upgrade do 3ds Max 2010 é de US$ 1.745,00.
Para uma empresa que utiliza esse software, obrigatoriamente precisa pagar a licença, pois está usufruindo de um produto e provavelmente gerando renda a partir da utilização desse produto.
Mas existe uma infinidade de pessoas que tem interesse pelo software de uma maneira educacional, aprender o software. A empresa disponibiliza uma versão para download Trial.
Versões Trial, são versões limitadas do software que são liberadas para uso, porém com um tempo máximo de utilização, normalmente 30 dias.
Mas será possível aprender a utilizar um software desse porte com uma quantidade tão grande de recursos em 30 dias?
As pessoas, é claro, acabam recorrendo as cópias piratas.
Se as empresas que criam esses produtos tivessem versões dos seus produtos que fossem de acesso mais fácil, como por exemplo, uma versão para estudantes, com um custo muito mais baixo, talvez houvesse menos pirataria.
Não esquecendo notáveis empresas que disponibilizam produtos gratuitamente como, por exemplo, Blender que possui o mesmo segmento que o 3DS Max da Autodesk, que são softwares 3D, com uma qualidade de um nível compatível ao nível da Autodesk.
Enquanto empresas como a Blender forem escassas e empresas como a Autodesk forem empresas puramente comerciais, a pirataria vai continuar existindo e infelizmente o único meio de pessoas que não tem condições de comprar o produto original, utilizar e aprender as maravilhas que esses produtos conseguem nos proporcionar.

Elberton F. Santos, 24 anos, Representante comercial, estudante do Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico, na Universidade Paulista – Campus Jundiaí. Este artigo foi escrito para a disciplina Ética e Legislação na Comunicação, lecionada pelo prof. Arnaldo Silva.